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Tendências 19 de fevereiro 2026

Menos ruído, mais conexão: o novo marketing de 2026 a 2028

Segundo as previsões mais recentes da WGSN e Opinion Box, o verdadeiro diferencial competitivo agora mora em algo muito mais antigo e potente: a nossa humanidade.

Estamos atravessando o que especialistas chamam de “ponto de inflexão”. De acordo com as previsões de marketing da WGSN para o período de 2026 a 2028, o mercado está saindo de uma fase de aceleração tecnológica desenfreada para entrar em uma era de redirecionamento.

Vivemos em um cenário de saturação. São muitas marcas, muitas mensagens, muitas promessas, todas disputando, ao mesmo tempo, por segundos da atenção de um consumidor cada vez mais exigente e até mesmo disperso.

O que está em jogo é a capacidade das marcas de criar conexões autênticas, emocionais e memoráveis com o público. Não basta mais ter uma presença forte online se, no ponto de venda, a experiência for genérica ou inexistente.

O novo consumidor: emocional, sensorial e intergeracional

De acordo com o Consumer Trends 2026, do Opinion Box, 59% dos consumidores preferem marcas que entregam uma boa experiência, mesmo que isso custe mais caro. A experiência virou um critério de decisão, e isso exige um novo olhar sobre como as marcas se apresentam, especialmente no ponto de venda.

Já o relatório da WGSN reforça esse movimento ao destacar a valorização do apelo sensorial e a necessidade de conexão humana. Marcas que estimulam os cinco sentidos (visão, audição, tato, paladar e olfato) criam lembranças mais fortes e geram vínculos mais profundos. Essa “fome sensorial” é uma resposta direta ao excesso de digitalização: o consumidor quer sentir, não apenas ver. A Topgolf, por exemplo, teve aumento de 13% na percepção de marca ao usar neurociência para ativar emoções em anúncios veiculados durante torneios esportivos.

Além disso, as estratégias de marketing agora precisam considerar a pluralidade de perfis. A comunicação deve ser adaptada para públicos intergeracionais, e vamos falar com mais profundidade sobre o assunto nos próximos tópicos. Mas já adiantamos que isso exige que a marca saiba transitar entre formatos, canais e estilos, sem perder consistência e relevância.

Pequenos momentos, grandes impactos

Outro conceito essencial é o das microalegrias, momentos breves de positividade e encantamento que ajudam a suavizar a sobrecarga da vida cotidiana. Esses micromomentos, quando bem trabalhados nas estratégias de PDV ou em ativações promocionais, podem transformar a percepção da marca e aumentar o desejo de compra. O desafio é criar interações significativas e não intrusivas, com foco na experiência verdadeira e não só na exposição.

Segundo a WGSN, 82% dos consumidores globais esperam que o maior número possível de sentidos seja ativado ao experimentar algo novo. São pequenos momentos de otimismo e descoberta durante a jornada de compra que fazem o consumidor se sentir visto e valorizado.


Narrativas para todas as gerações: do Alpha ao Silver

Como mencionamos, um grande desafio para os próximos anos é a adaptação da comunicação para públicos intergeracionais. Em 2026, a Geração Alfa chegará à adolescência, trazendo novos códigos de consumo, enquanto a “Economia Prateada” (consumidores maduros) segue buscando clareza e relevância.

No ponto de venda, essa convergência exige narrativas duplas. A estratégia precisa ser dinâmica: narrativas suaves e inspiradoras para gerações mais maduras, e conteúdos ágeis, visuais e até caóticos para conectar com as gerações Z e Alfa. O PDV é o canal onde essas diferentes gerações se encontram fisicamente, e é a qualidade da execução técnica, como planogramas claros e visibilidade estratégica, que garante que a mensagem da marca seja compreendida por todos, sem ruídos.

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